BRLA, BRS e reservas
Entenda as camadas entre o cBRL e os ativos que sustentam seu valor.
Na página anterior, o cBRL apareceu como uma forma de trabalhar com diferentes provedores. Agora vamos conhecer duas stablecoins de real desse modelo: BRLA e BRS.
O lastro do cBRL envolve camadas. Saber o papel de cada uma ajuda a entender quais informações consultar e quem é responsável por publicá-las.
| Camada | Papel |
|---|---|
| cBRL na carteira | Representa o saldo digital do usuário. |
| Stablecoin de lastro | Sustenta a emissão correspondente de cBRL. |
| Reservas do emissor | Sustentam o valor da stablecoin utilizada como lastro. |
BRLA
A Avenia descreve a BRLA como uma stablecoin integralmente lastreada, com paridade de 1:1 com o real e divulgação de reservas. A empresa informa reservas em títulos públicos brasileiros e custódia regulada. Consulte as informações oficiais da BRLA.
BRS
A Nora apresenta a BRS como uma stablecoin com lastro integral e referência de 1:1 com o real, com emissão e resgate por participantes de sua rede. Consulte as informações oficiais da BRS.
Como interpretar essas informações
Na implantação atual do cBRL na Base, o ativo de lastro configurado é BRLA. BRS ilustra outra stablecoin de real compatível com o modelo, mas sua descrição aqui não afirma que ela já lastreie o cBRL nessa implantação. O ativo realmente utilizado é o que importa para avaliar uma emissão.
Os registros da rede ajudam a verificar tokens e movimentações do contrato, mas não comprovam sozinhos as reservas financeiras fora da rede. Para essa camada, consulte as informações e atestações publicadas pelo emissor. O cBRL conserva a ligação com o ativo utilizado e também depende de suas condições de resgate.
Você acompanhou o saldo até o seu lastro. E se quiser separar parte dele para depois?
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